Eu sei que esse tipo de texto � manjado, ganhadores do Nobel j� escreveram sobre isso. Se eu n�o me engano, � pr�-requisito para o Pulitzer um texto neste g�nero. Ainda me lembro do Stephen King comentando a respeito da incr�vel fono-sem�ntica da palavra “estribuchado * “. Esta importante �rea do conhecimento � importante barbaridade para que possamos conceituar e adjetivar corretamente determinados substantivos dentro de uma monografia. Nada mais importante que, utilizando um vocabul�rio elaborado e conhecimentos de fono-sem�ntica, n�o s� se fazer entender, mas causar ‘in the audience’ o sentimento relacionado ao voc�bulo. Ningu�m passa inc�lume quando “seborr�ia” lhe perpassa o t�mpano, e eu n�o estou sugerindo que lhes faltam cotonetes no ouvido interno, e sim que a palavra n�o precisa ser consultada em nossa tabela cerebral de significados para sabermos exatamente o que ela significa (e n�o gostarmos), pois foneticamente ela carrega todo o seu conte�do. Me nego a acreditar que isso � somente uma quest�o de influ�ncia do meio, acredito que se eu chamar de ‘imbecil mongol�ide’ um pigmeu adulto, ele n�o hesitaria em me dar uma cabe�ada no joelho, mesmo sem ter a gram�tica como forte entre suas habilidades. A fono-sem�ntica, � antes de tudo, a base para uma l�ngua universal, gen�tica, a qual todo o ser humano n�o-surdo entenderia sem precisar pagar Yagizi.