Parece que não é só o conceito da poligamia que podemos aproveitar dos árabes. O modo como eles tratam seus criminosos também pode ser um exemplo a ser seguido no Brasil. Hoje foi a terceira vez em poucas semanas que acontece um assalto na minha rua. Além de levarem o dinheiro do bar, levaram as carteiras e bolsas dos clientes. Os seguranças (não a polÃcia) chegaram e foram atrás dos bandidos. Voltaram com pistas e suspeitos. A brigada (polÃcia militar) já tinha chegado ao local, leia o peculiar diálogo:
segurança dentro do carro: - Dr policial brigadiano! (sim no brasil até PM é doutor) Nós encontramos três suspeitos duas quadras pra cima.
brigadiano: - Ah é? Ô motoqueiro! (se referindo ao outro segurança que tinha chegado de moto) Teu colega tá dizendo que encontraram os cara. Vai lá faz alguma coisa.
motoqueiro perdido: - ahn!?
eu: AHN?!? (pensando, sentado à distância)
segurança no carro: - Pô seu brigada, vamo lá pegar os caras.
seu brigada: - Mas nós viemos aqui fazer a ocorrência.
eu: … (mudo sem reação)
Sim, isso foi real. Resumindo: o policial foi chamado ao local do crime, foi informado que suspeitos foram encontrados, mandou um segurança privado ir atrás dos ladrões alegando que tem de tratar de trâmites burocráticos ridÃculos por causa de preguiça, descaso ou (tomara que não) medo. Mais tarde algum senso de dever bateu na cabeça camuflada dessa criatura que acabaram decidindo justificar nosso dinheiro fazendo seu trabalho.
Ééé amigo! (Galvão mode) Sorte dos assaltantes que não estamos no Egito. Lá a estória seria outra. O esquema funciona assim:
Um marginal vai até um mercado e diz - Durka durka! Mohammed Jihad! (tradução: ae rapá, abre o caixa e vai passando a grana se não te meto chumbo!). Então o comerciante diz - Alá! Alá! Durka Jihad! (tradução: Jesuis nossa senhora! Não me mata, tenho 5 mulheres e 15 filhos. Leva o que tu quiser!
Então o assaltante pega o dinheiro do mercado e foge. Os seguintes acontecimentos acontecem (gênio ¬¬):
- Todos os homens da rendondeza, antes de chamar a polÃcia, saem em busca do trombadinha.
- Encontram o rapaz, levam-no de volta ao local do crime e sentam o cacete nele.
- Então chamam a polÃcia. A polÃcia chega no local e também senta o cacete nele.
- Após o indivÃduo é levado até à delegacia. Chegando lá o pessoal vê o bandido e de novo, cacete sentado nele.
- A famÃlia do terrorista é avisada, e vai até a delegacia. Chegando lá ela é obrigada a dar porrada no homem, pra mostrar que não é conivente com a sua vida de bandido.
- O que sobra do ser é levado até sua residência, e então por último todos os vizinhos caem de soco e chute nos restos do louco que inventou de roubar num paÃs de alucinados como esse.

Cara enfaixado depois da surra
Pode ser que só uma camaçada de pau bem dada resolva, em vez de linchamentos seqüentes. Agora, ficar todo mundo parado - inclusive a polÃcia - olhando a bandidagem dominar, isso não.

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